Vi essa história sendo contada pelos executivos da Reserva pra dar referência a estratégia adotada pela empresa durante o período em que estamos passando. De primeira, me pareceu uma produção que alguém tirou de uma imaginação muito bem feita. O filme, por mais que conte com grandes atuações e seja muito bom, fica enorme pela história do comandante que salvou 155 pessoas de uma queda de um avião, fazendo o pouso no meio do Rio Hudson, em Nova York. A história chega a ser angustiante de tão real. O talento, a frieza, a capacidade de Sully é de mostrar como a equação entre propósito, lugar certo, hora certa, podem ser poderosos.

O filme se desenrola no pós pouso, o que deixa a obra fora de clichês de heroísmo e mostra incertezas e acasos que poderiam facilmente danificar o desfecho sensacional. Ótima indicação pra quem está tentando achar caminhos contra um momento tão confuso.